Sensor
O pulso é captado de forma não invasiva.
Um treinamento não invasivo que apresenta sinais cardíacos e respiratórios em tempo real para apoiar consciência corporal e regulação autonômica.

O intervalo entre um batimento e outro varia continuamente. Essa variabilidade, conhecida como VFC ou HRV, oferece informações sobre a dinâmica do sistema nervoso autônomo.
No biofeedback, sensores captam o pulso e o sistema mostra essas mudanças em tempo real. Exercícios respiratórios orientados podem ajudar a encontrar um ritmo individual de maior sincronização cardiorrespiratória.
A variabilidade cardíaca pode complementar a compreensão da regulação fisiológica, mas não substitui avaliação clínica, exames cardiológicos ou escalas psicológicas.
O pulso é captado de forma não invasiva.
O sistema apresenta ritmo e variabilidade em tempo real.
A pessoa pratica uma respiração lenta e confortável, orientada pela equipe.
Repetição e feedback apoiam o desenvolvimento de uma estratégia de autorregulação.
Prática de uma resposta fisiológica mais organizada diante de demandas cotidianas.
Maior percepção de como ritmo respiratório e ativação corporal se relacionam.
Treino de habilidades de regulação em contextos profissionais, acadêmicos ou esportivos.
Resultados de pesquisas são promissores, porém variam, e parte da literatura ainda possui amostras pequenas e protocolos heterogêneos.
Não. O foco é biofeedback e autorregulação. Sintomas cardíacos ou suspeitas clínicas devem ser avaliados por profissional médico.
A respiração é uma ferramenta central, mas o diferencial é receber feedback fisiológico em tempo real e aprender com ele.
Em alguns contextos, podem integrar um plano complementar. A indicação depende de objetivos e avaliação individual.
Converse com a equipe UNICER para entender como funciona e se essa abordagem faz sentido para seu objetivo.